Posted in Contos eróticos, com etiqueta clítoris, descalça em público, mamilos, masturbação, obedecer, orgasmo involuntário, pénis, penetração, piercings na vulva, pompoar, seios, seios nus, sexo depilado, sexo oral, sexo seguro, troca de escravas, vagina on Fevereiro 25, 2009 | 1 Comentário »
Cap. 38: VAIVÉM
[ ... ] Depois da aula, em casa, Teresa serviu o almoço a Raul; à tarde viu um filme, sentada aos pés dele, sem saber o que aconteceria a seguir. À noite, Milena serviu o jantar sozinha porque Teresa recebera ordem de se arranjar com especial cuidado para o jantar.
– Fica de seios [...]
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Posted in Contos eróticos, com etiqueta educar escrava, escrava, humilhação, pés nus, respeito, Senhor, spanking, submissa, trajo de escrava, vergasta on Fevereiro 3, 2009 | Leave a Comment »
Arminda tinha a chave do apartamento da filha, mas raramente lá ia sem ela lá estar, e nunca sem autorização. Um dia, Joana pediu-lhe que passasse por lá e lhe levasse uma pasta que lá tinha; depois, quando jantassem as duas, poderia entregar-lha, evitando assim que ela tivesse ir a casa primeiro.
– Depois de jantar [...]
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Posted in Contos eróticos, com etiqueta cadela, castigo, descalça em público, domínio, escrava, fantasia, histórias bdsm, humilhação, masmorra, obedecer, privação do orgasmo, respeito, sem calcinhas, sem soutien, Senhor, servir o dono, sexo seguro, sofrer, trajo de escrava on Fevereiro 2, 2009 | Leave a Comment »
Quando Rui propôs a Joana que fizessem exames médicos para poderem ter sexo sem preservativo, ela viu nisto a vontade dele de dar estabilidade à sua relação. Ficou contente mas não quis mostrar este agrado; e a cabra que havia nela fê-la perguntar:
– Porquê? Queres fazer-me algum menino, é?
Rui ignorou o sarcasmo:
– Se alguma vez [...]
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(Nota: este conto acabou por ocupar treze páginas no Word. Decidi por isso dividi-lo em três partes e publicá-lo aqui três dias seguidos. Espero que gostem.)
– O Rui lá acabou por deixar a mulher – disse Arminda à filha, enquanto punham a louça na máquina.
– Quem é o Rui? – perguntou Joana.
Arminda pôs uma pastilha [...]
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Posted in Contos eróticos, Pessoal, com etiqueta amor de escrava, coleira, escrava, histórias bdsm, humilhação, nua, obedecer, pés nus, respeito, Senhor, servir o dono, sofrer, submissa on Junho 3, 2008 | Leave a Comment »
As condições da tua Escravidão
Pediste-Me que estabelecesse expressamente e por escrito as condições da tua Escravidão. Eis o que decidi:
1. Em princípio a tua Escravidão já é perfeita e não há nada a alterar n’Ela. Mesmo ao direito de deixar de ser escrava, que era o único que tinhas, quiseste renunciar. Cabe-te agora Amar, [...]
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Clara teve finalmente que admitir perante si própria que já não se sentia escrava de Lúcio. Mais do que isto: teve que admitir, o que de certa maneira foi ainda mais difícil, que Lúcio já não se sentia seu Senhor. Tornara-se dependente, possessivo e ciumento. Já não dispunha dela com a liberdade de outrora – [...]
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Ricardo acabou de desamarrar Dúnia que, ainda meio a soluçar, se chegou muito a ele, e para esconder o rosto lhe molhou o ombro de lágrimas.
Abraçando-a, conduziu-a de novo à sala, onde lhe pegou no queixo para a obrigar a virar-se para ele. Dúnia ofereceu um pouco de resistência mas acabou ceder: então ele começou [...]
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De repente Dúnia sentiu que não aguentava mais.
- Pára! Pára, meu Senhor, pára!
E num pânico cego rolou sobre a cama, para o mais longe possível, fugindo ao chicote. Nem ela saberia explicar porquê: não era a primeira vez que sofria o chicote – ai, nem de longe – e já tinha tido castigos mais prolongados [...]
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Hoje é dia de Ele vir.
Ontem depois do trabalho fui à esteticista e à cabeleireira. A mocinha queria cortar-me o cabelo mais curto. Pelos ombros, disse ela. O que é que estas mocinhas sabem de alguma coisa? O meu Senhor gosta dos meus cabelos compridos…
- Não – disse eu à mocinha. – É só [...]
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No intervalo, finalmente, Marina não resistiu. A actuação durante a primeira parte tinha-lhe corrido bem. O Rui estava inspirado na guitarra, o Raul e o Quim, nas violas, pareciam ligados por laço invisível: e o público estava repassado daquela concentração, feita de entusiasmo contido, que é a mais perfeita caixa de ressonância para o canto [...]
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Estavas deitada no chão aos meus pés, toda nua, como já se ia tornando costume. Quando eu te disse «dá a barriga» ficaste um pouco admirada, talvez por eu nunca antes te ter feito esta exigência. Mas percebeste imediatamente do que se tratava: é o que eu digo sempre à tua gatinha quando chego a [...]
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«Não há duas mulheres iguais», pensou Vítor, um pouco admirado.
Nem mesmo tratando-se de escravas. Seria de esperar que a condição de escrava simplificasse tudo e uniformizasse tudo, afinal todas as escravas são iguais nos seus direitos, que são apenas dois: o de se tornarem escravas e o de deixarem de o ser, sendo que entremeio [...]
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Cryseis era a mulher mais bela que Pedro tinha visto em toda a sua vida.
Esta convicção surgiu-lhe de repente, sem avisar, com a força duma evidência, três semanas depois de terem começado a viver juntos. Já se conheciam havia anos, tinham sido colegas, depois amigos, depois algo mais do que amigos; e Pedro, que sempre [...]
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A mesa era larga e estavas sentada à minha frente. O teu cabelo preto, longo e frisado, dava-te um ar meio selvagem, meio de madona. Falavas pouco e mantinhas os olhos baixos.
O teu marido falava alto, interrompia todos, contradizia todos. Dirigia às mulheres piropos pesados. Tu parecias não o ouvir.
Mais tarde, estávamos a lançar balões, [...]
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«Não há duas mulheres iguais», pensou Vítor, um pouco admirado.
Nem mesmo tratando-se de escravas. Seria de esperar que a condição de escrava simplificasse tudo e uniformizasse tudo, afinal todas as escravas são iguais nos seus direitos, que são apenas dois: o de se tornarem escravas e o de deixarem de o ser, sendo que entremeio [...]
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Posted in Contos eróticos, com etiqueta aos pés do dono, beijar a mão, beijar os pés, castigo, engolir esperma, mamilos maquilhados, nua, pénis, pés nus, respeito, trajo de escrava, vagina, vergasta on Setembro 3, 2006 | Leave a Comment »
Victor chegou pontualmente às oito e vinte. Quando dunya ouviu a chave dele na porta, correu do quarto, onde se encontrava, para a sala, que era onde ele lhe tinha ordenado que o esperasse. Sabia que o slap slap apressado dos seus pés nus, impossível de confundir com qualquer outro ruído de passos, podia ser [...]
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