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Posts Tagged ‘amor de escrava’

Passeando por Praga, deparei com uma exposição do fotógrafo Jan Saudek, autor da imagem que volto a publicar depois de o ter feito antes sem saber de quem era. Fiquei contente com a possibilidade que o acaso me deu de corrigir o meu erro; e a visão duma obra tão original nos temas e nas [...]

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Cap. 35: FERRO EM BRASA
[ ... ] Raul não ficou surpreendido quando Teresa se ajoelhou à sua frente trazendo nas mãos um embrulho com cerca de setenta centímetros de comprimento. Ao abri-lo, deparou com uma caixa em couro que tinha na tampa o mesmo símbolo que Teresa exibia no piercing do umbigo: uma elipse longa, [...]

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E foi assim que Teresa deu a Raul a última abertura do seu corpo que lhe faltava utilizar. Bastou-lhe deitar-se nua sobre a cama, colocar uma bisnaga de lubrificante sobre a mesinha de cabeceira de modo a que ele reparasse, e pôr-se de bruços à espera.

– Queres dar-me o teu cuzinho? – perguntou Raul.

– Não te posso dar o que não é meu – respondeu Teresa. – O meu cu sempre foi teu, mesmo que nunca te tenhas querido servir dele. Mas, se não é ousadia uma escrava exprimir um desejo, gostava que te servisses dele hoje.

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Continuou a dizer baixinho “amo-te, amo-te, amo-te” enquanto tentava prever ao fim de quantas chicotadas começaria a gritar.
Começou a gritar logo à primeira, um berro agudo e ensurdecedor que dificilmente se acreditaria que pudesse ficar confinado entre as paredes do quarto, ou sequer da casa.

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(Início do Capítulo 16)
Dias mais tarde, andando Teresa a arrumar o apartamento, decidiu esvaziar completamente um armário embutido que não tinha arrumado antes e que, estando no escritório, se prestava a que lhe substituíssem as portas por umas de vidro, obtendo assim um espaço que se podia estantear para guardar livros. Encontrou a parte de [...]

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Durante muito tempo vivi a minha orientação sexual de dominante sem a compartilhar com ninguém que não fossem aquelas mulheres, tão ingénuas como eu era, com quem me relacionei desta forma. Só quando descobri a Internet é que verifiquei que há muita gente a fazer muitas das perguntas que eu e elas fazíamos; e que [...]

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Há o BDSM em todas as suas variantes. Há o estilo Gor, que, embora se baseie numa descrição muito coerente e pormenorizada dum mundo de fantasia, no mundo real tem variantes que decorrem, ora dos constrangimentos impostos pela nossa sociedade, ora pelas diferentes interpretações dos textos. Há contratos de vida entre marido e mulher, ou [...]

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As condições da tua Escravidão
Pediste-Me que estabelecesse expressamente e por escrito as condições da tua Escravidão. Eis o que decidi:
1. Em princípio a tua Escravidão já é perfeita e não há nada a alterar n’Ela. Mesmo ao direito de deixar de ser escrava, que era o único que tinhas, quiseste renunciar. Cabe-te agora Amar, [...]

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Duvido que haja muitas escravas ou submissas que nunca se tenham feito esta pergunta. E lembro-me que a certa altura, na História de O, Sir Stephen diz à protagonista que não deve confundir obediência com amor: Você ama René, mas a mim obedecer-me-á sem me amar e sem que eu a ame.
Esta frase sempre me [...]

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Soneto

Ela chegou, chegou-se a mim e disse
Que tinha vindo para ser escrava.
E eu respondi-lhe que era uma tolice
Aquela frase que ela murmurava.
Lembrei-lhe a triste história de Belkiss…
E ela, sem dar ouvido ao que escutava,
Fechou os olhos e, num beijo, disse
Que tinha vindo para ser escrava…
E eu, num gesto de pura maluquice,
Ao vê-la assim, tão [...]

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Ainda não decidi se este episódio é para ficar ou não na versão final. Alguém me quer dar uma opinião?

Para Ricardo este pedido veio no momento menos oportuno. Compreendia a necessidade que Mariana tinha de ser castigada depois de o ter provocado tanto na dança; era ele que não sentia necessidade de o fazer, nem, [...]

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Os 50 anos de A história de O
Konstantin Gavros (*)
La Insignia. Brasil, janeiro de 2004.

Um incontrolável estranhamento nos assalta ao nos depararmos com o nome de uma personagem que se resume a uma insignificante letra “O”. E a primeira reação que temos, ao empreender a leitura, é de que esse signo vazio, esse [...]

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