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Posts Tagged ‘aos pés do dono’

Cap. 35: FERRO EM BRASA
[ ... ] Raul não ficou surpreendido quando Teresa se ajoelhou à sua frente trazendo nas mãos um embrulho com cerca de setenta centímetros de comprimento. Ao abri-lo, deparou com uma caixa em couro que tinha na tampa o mesmo símbolo que Teresa exibia no piercing do umbigo: uma elipse longa, [...]

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E foi assim que Teresa deu a Raul a última abertura do seu corpo que lhe faltava utilizar. Bastou-lhe deitar-se nua sobre a cama, colocar uma bisnaga de lubrificante sobre a mesinha de cabeceira de modo a que ele reparasse, e pôr-se de bruços à espera.

– Queres dar-me o teu cuzinho? – perguntou Raul.

– Não te posso dar o que não é meu – respondeu Teresa. – O meu cu sempre foi teu, mesmo que nunca te tenhas querido servir dele. Mas, se não é ousadia uma escrava exprimir um desejo, gostava que te servisses dele hoje.

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Cap. 31: SEIS VERGASTADAS E MAIS UMA
Desde que Teresa se tinha habituado a dançar para Raul depois de jantar, mostrando-lhe os progressos que fazia nas aulas, estava-se a tornar mais frequente Raul jantar sozinho, servido por Teresa e Milena. Isto evitava que Teresa tivesse que mudar de roupa duas vezes, e por outro lado [...]

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Cap. 29: LABIA MAJORA

Havia alguns minutos que Raul, debruçado sobre Teresa na cama, acariciava e beijava a sua escrava, que dava pequenos gemidos e retribuía brandamente as carícias dele. Pouco a pouco, as mãos e os lábios dele foram-se aproximando da vagina de Teresa, que começou lentamente a afastar as coxas para lhe facilitar o [...]

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VOTO DE CASTIDADE
Raul conhecia finalmente a história de Milena Cavic desde o dia em que tinha sido raptada, aos onze anos, em Pristina. Este conhecimento não lhe deu o prazer da curiosidade satisfeita, tal como a morte horrível de Zerberov não lhe tinha dado o prazer da justiça cumprida. O mundo estava apenas um [...]

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Tomaram duche juntos, e a seguir devoraram um enorme pequeno-almoço, suficiente para os manter saciados até à hora de jantar. Era tempo de retomar a vida normal; mas antes de ir despir o roupão para pôr o seu uniforme de criada, Teresa ainda disse:
− Meu senhor, sabes qual é a primeira coisa que se [...]

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Ao entrar em casa de Raul, Carolina apertou-lhe formalmente a mão e deu um beijo na face da irmã. Ainda no átrio perguntou a Teresa onde podia guardar os sapatos; e entrou descalça no interior da habitação. Não explicou a razão deste gesto, nem deu lugar a que Teresa e Raul conjecturassem. Quando a convidaram [...]

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Final do Capítulo 29

O intervalo estava a chegar ao fim, a aula que ia dar a seguir era a última. Ligou para o telemóvel de Teresa:
− Onde estás?
− No shopping, a fazer umas compras.
− Falta-te muito?
− Não, já saí do supermercado e agora ando aqui a ver umas lojas.
− Então vai já para casa e [...]

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(Início do Capítulo 24)

Teresa teve dificuldade em adormecer. Desde que vivia com Raul, sempre dormira com ele; e embora soubesse que o catre aos pés da cama era para ela, e ela própria lhe mudasse os lençóis e as colchas de modo a condizerem com os da cama principal, tinha-se habituado a ver nele mais [...]

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(Fim do Capítulo 15)
− Está pronto, meu senhor. Podes vir sentar-te.
Quando Raul se aproximou da mesa, Teresa puxou a cadeira para ele se sentar, deitou-lhe água no copo e começou a servir-lhe o jantar: de entrada duas metades de abacate recheadas com camarões e molho tártaro, acompanhadas por um Alvarinho que ela lhe verteu no [...]

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Alice chegou virgem ao seu décimo sexto aniversário. Tinha sido este o seu trato com Ricardo e Mariana: acolitá-los nos seus amores e nos seus rituais, mas nunca os tocar sexualmente nem ser tocada por eles. O contacto físico não lhe era proibido quando resultasse duma necessidade prática, como pentear Mariana ou ajudá-la a vestir-se, [...]

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Capítulo 2

Depois desta descrição longa mas necessária chegamos finalmente à história da chegada e estadia do Príncipe Hassan-Khan. O Príncipe veio a casa de Manoubia para comprar uma esposa: a bela Djamila, pérola das pérolas, uma íntima amiga de infância da irmã dele, Kora. Djamila e Hassan já estavam apaixonados, já que a irmã lhe [...]

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Noiva

Uma das minhas queridas leitoras, que vai casar em breve, viu esta imagem quando a publiquei no Blogger e ficou sonhadora: porque não pode ela ir também assim? Não haverá por aí outra leitora a quem esta imagem faça sonhar? E leitores? Não há por aí nenhum que gostasse de levar a sua noiva assim [...]

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Servidão

A minha mão aparta os teus cabelos.
É a direita: mão de dono ou mestre
Assim como quem colhe uma flor silvestre.
Evitas os meus olhos. Não queres tê-los
Fixos nos teus. Viras o rosto
E contemplas o chão no lado oposto.
Foges um pouco, indócil, ao meu toque;
Mas os lábios que busco, não mos negas
Na primeira de todas as entregas.
Num [...]

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- Despe-me – disse ele.
Mariana sabia que para o despir tinha ela que estar nua primeiro. E como ele não lhe tinha ordenado que se despisse à frente dele, retirou-se para o quarto para o fazer sozinha.
Regressada à sala, toda nua, sentindo a pele um pouco arrepiada com o frio, encontrou Ricardo tal como o [...]

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No intervalo, finalmente, Marina não resistiu. A actuação durante a primeira parte tinha-lhe corrido bem. O Rui estava inspirado na guitarra, o Raul e o Quim, nas violas, pareciam ligados por laço invisível: e o público estava repassado daquela concentração, feita de entusiasmo contido, que é a mais perfeita caixa de ressonância para o canto [...]

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Estavas deitada no chão aos meus pés, toda nua, como já se ia tornando costume. Quando eu te disse «dá a barriga» ficaste um pouco admirada, talvez por eu nunca antes te ter feito esta exigência. Mas percebeste imediatamente do que se tratava: é o que eu digo sempre à tua gatinha quando chego a [...]

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Eram oito da noite de sexta-feira e Mariana estava a pôr a mesa para Ricardo. Só para ele, porque hoje ia servi-lo sem participar na refeição como se fosse uma criada. Quanto a ela, já tinha comido: uma salada com cubos de queijo, pão torrado e um molho à base de iogurte magro.
Ricardo, calculava Mariana, [...]

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Típico séc. XIX: um quadro que tanto pode ser visto pelos inocentes que não vêem nele mais do que a representação de costumes exóticos, como pelas damas e cavalheiros que conhecem e apreciam os prazeres da submissão…
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(Publicado no Blogger a 11/09/06)

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Isto te prometo, minha escrava:
Serás para mim a boca que beija e grita e geme e fala e cala.
Serás o vaso do meu prazer, em que derramo os sumos do meu corpo.
Serás a puta disponível que abre as pernas.
Serás a serva humilde que me serve.
Serás as lágrimas de raiva, as lágrimas [...]

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Ajoelha-te assim sobre o tapete,
Assim
Mesmo à Minha frente.
…….
……………..Sim, senta-te sobre os calcanhares
Como Eu te ensinei.
Abre as pernas. Mais.
Mais ainda,
Até doerem
Os tendões retesos das coxas.
………
………Mais. Abre mais.
………Quero ver tudo,
………A tua carne rosada e húmida,
………Exibida, mostrada,
Oferecida.
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………Não tapes o sexo. Não escondas
Nada.
………Deixa os braços caídos
………Ao lado do corpo,
………As palmas das mãos viradas
………Para Mim.
……………….. ……..Sim, morde o lábio,
…………………. ……Semicerra [...]

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Mariana estava à espera do amante em Bruxelas, na estação de caminhos-de-ferro. Depois de alguns minutos viu-o surgir-lhe apressado de entre os outros passageiros. Vinha embrulhado numa grande gabardina mal abotoada, batida por um vento que parecia soprar só sobre ele; e Mariana lembrou-se que sempre tinha sido assim, que em havendo vento o cabelo [...]

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- Terias que ser minha escrava – disse ele.
Dúnia não hesitou:
- Sempre fui tua escrava…
No outro extremo da ligação telefónica fez-se um longo silêncio. Por fim ouviu-se a voz dele, mais grave, e com um laivo de ternura (ou seria respeito?) que Dúnia nunca lhe tinha ouvido antes:
- Dás-te conta do que estás a dizer? [...]

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Aconchego

…Mas também tu me fazes falta. Penso em mim sentado a ler na poltrona preta, e tu no sofá a fingir que dormias, cada vez mais zangada por eu não falar contigo nem te levar a sair.
De vez em quando levanto os olhos do livro e olho-te com um meio sorriso, divertido por pensares que [...]

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I’ve been your slave baby
Ever since I been your babe.
I’ve been your slave
Ever since I been your babe,
But before I be your doll
I’ll see you in your grave.
Billie Holiday

“Quero que escolhas um nome,” disse Miguel. “Será o teu nome de escrava.”
Marta tardou em responder. A conversa de hoje continuava outras anteriores; a fantasia [...]

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Cativa

Foto encontrada em Restrained Elegance

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É assim:
Viro para a minha rua. Os faróis do carro varrem a janela do quarto. Tu estás na sala, mas apercebes-te do clarão.
Estaciono o carro junto ao muro do jardim. Tu, entretanto, foste à janela e viste que era eu. Sabias que era a hora e estás quase pronta.
Saio do carro devagar, a dar-te tempo. [...]

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Dúnia

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Agora que estou a chegar ao fim das “Histórias de Mariana” resolvi intercalar a escrita dela com a escrita dum novo romance, do qual ainda não tenho o título. O texto que se segue é um prólogo em que é apresentada a principal personagem masculina e uma personagem feminina que também será, provavelmente a [...]

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Durante a pausa que se seguiu Mariana fez mais chá. Ricardo foi à casa de banho, pôs-se à vontade e regressou à sala para comer mais alguma coisa na companhia da sua escrava, que desta vez lhe fez companhia, ajoelhada junto dele com as nádegas assentes sobre os calcanhares. Para ela foi só o tempo [...]

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