Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘dança erótica’

Continuou a dizer baixinho “amo-te, amo-te, amo-te” enquanto tentava prever ao fim de quantas chicotadas começaria a gritar.
Começou a gritar logo à primeira, um berro agudo e ensurdecedor que dificilmente se acreditaria que pudesse ficar confinado entre as paredes do quarto, ou sequer da casa.

Read Full Post »

Cap. 32: DISCÍPULOS
[ ... ]
Entre as colegas de Teresa na dança havia uma jovem que também era colega dela no pompoar: chamava-se Ana e ainda não tinha vinte anos. Foi esta jovem que uma tarde convidou Teresa para lanchar. Quando Teresa lhe disse que não podia aceitar este convite sem autorização do namorado, Ana não [...]

Read Full Post »

Cap. 31: SEIS VERGASTADAS E MAIS UMA
Desde que Teresa se tinha habituado a dançar para Raul depois de jantar, mostrando-lhe os progressos que fazia nas aulas, estava-se a tornar mais frequente Raul jantar sozinho, servido por Teresa e Milena. Isto evitava que Teresa tivesse que mudar de roupa duas vezes, e por outro lado [...]

Read Full Post »

− Com que então, menos do que a poeira debaixo dos teus pés! – disse Teresa.
Depois de fecharem o acordo com Milena, tinham ficado mais uns minutos e agora estavam sós.
− Naturalmente – respondeu ele, enquanto se inclinava sobre ela para lhe chupar um mamilo. – É essa a tua ínfima condição.
− Naturalmente – repetiu [...]

Read Full Post »

Alice chegou virgem ao seu décimo sexto aniversário. Tinha sido este o seu trato com Ricardo e Mariana: acolitá-los nos seus amores e nos seus rituais, mas nunca os tocar sexualmente nem ser tocada por eles. O contacto físico não lhe era proibido quando resultasse duma necessidade prática, como pentear Mariana ou ajudá-la a vestir-se, [...]

Read Full Post »

A MERCADORA DE ESCRAVAS

CAPÍTULO 3
Durante este tempo Zima e as escravas núbias tinham preparado tudo para o banho do Príncipe, desde as finas esponjas que lhe haviam de acariciar as partes mais sensíveis, até às toalhas de seda para o secar e aos vaporizadores que lhe hão-de perfumar o corpo. Duas massagistas núbias estão a postos com luvas [...]

Read Full Post »

Capítulo 2

Depois desta descrição longa mas necessária chegamos finalmente à história da chegada e estadia do Príncipe Hassan-Khan. O Príncipe veio a casa de Manoubia para comprar uma esposa: a bela Djamila, pérola das pérolas, uma íntima amiga de infância da irmã dele, Kora. Djamila e Hassan já estavam apaixonados, já que a irmã lhe [...]

Read Full Post »

Autor: M’Ahmed ben Chérif Effendi
Tradução: Vanderdecken

Não muito longe da cidade de Herat, capital do Afeganistão, numa rua que reflecte os raios ardentes do Sol oriental, erguem-se as abóbadas de um extenso palácio árabe, cujas torres se elevam como picos nevados até ao céu azul profundo. Um enorme portão de madeira, com arabescos exóticos formados pelas [...]

Read Full Post »

(ver vídeo aqui)
Tenho a certeza que vou ter leitoras que se vão identificar com este vídeo. A segunda parte é impressionante…
(Publicado no Blogger a 11/10/07)

Read Full Post »

Progress Report

Comecei a re-escrever «A Dança» desde o princípio. Não estava a gostar mesmo nada do caminho que o conto estava a levar. Agradeço as críticas positivas que tenho recebido e até acho que o conto tal como está pode funcionar no contexto de um blogue; mas ainda não tinha encontrado a ponta por onde tinha [...]

Read Full Post »

– Agora, meu Senhor, vou continuar a dançar para ti. Posso?

- Dança, minha escrava.
Mariana tirou o avental. De novo toda nua, ligou a aparelhagem; e dos altifalantes saiu um dos sons que Ricardo, tão pouco apreciador de folclore como Mariana, menos esperaria: uma modinha da Nazaré, ferrinhos, concertinas, cavaquinhos, pandeiretas, cântaros percutidos na [...]

Read Full Post »

(Publicado no Blogger a 28/01/07)

Read Full Post »

E estava nesta galhofa quando a música, de repente, mudou. Vivaldi, As Quatro Estações. O Verão. Mariana pôs-se de pé num salto ágil e começou a caminhar em direcção a Ricardo em bicos de pés, em passinhos rápidos e a medo como se pisasse areia quente. Em vez do sorriso aberto e descarado de segundos [...]

Read Full Post »

A DANÇA (2)

À luz fraca das velas a penugem esparsa do baixo-ventre confundia-se com as sombras, mas ainda assim era possível descortinar, entre as coxas muito abertas, no sexo propositadamente exibido, um brilhozinho molhado que se assemelhava ao dos olhos e ao dos lábios. Mas este pequenino revérbero ocultou-se de novo quando Mariana, no fim do bolero, [...]

Read Full Post »

Reloj detén tu camino
porque mi vida se apaga.
Ella es la estrella que alumbra mi ser,
yo sin su amor no soy nada.
Detén el tiempo en tus manos,
haz esta noche perpetua,
para que nunca se vaya de mí,
para que nunca amañezca.
Roberto Cantoral. El reloj
O bairro do Sacromonte é dos poucos lugares de Granada que não são dominados [...]

Read Full Post »

Eram oito da noite de sexta-feira e Mariana estava a pôr a mesa para Ricardo. Só para ele, porque hoje ia servi-lo sem participar na refeição como se fosse uma criada. Quanto a ela, já tinha comido: uma salada com cubos de queijo, pão torrado e um molho à base de iogurte magro.
Ricardo, calculava Mariana, [...]

Read Full Post »

Naquele jardim secreto em que és a minha escrava,
O meu deslumbramento, quando te revejo,
É, como a dor, pungente, e enorme como um beijo
Que começa no fundo do tempo e não acaba.
Ali, envolta em véus translúcidos de linho,
Danças, obediente à voz do meu desejo.
Depois trazes baixelas, pratas, nozes, queijo
E serves-me descalça a fruta, o pão e [...]

Read Full Post »

Bayadère

Ainda tenho a tua écharpe transparente…
Costumavas pô-la à volta dos quadris quando dançavas para mim de seios nus, ou a cobrir os seios quando punhas aquela tua saia preta de seda; era uma saia rodada e comprida, com uma textura encarquilhada… Ainda a tens?
Às vezes dançavas nua, as mais das vezes semi-nua, mas sempre descalça, [...]

Read Full Post »

Ainda não decidi se este episódio é para ficar ou não na versão final. Alguém me quer dar uma opinião?

Para Ricardo este pedido veio no momento menos oportuno. Compreendia a necessidade que Mariana tinha de ser castigada depois de o ter provocado tanto na dança; era ele que não sentia necessidade de o fazer, nem, [...]

Read Full Post »

Durante a pausa que se seguiu Mariana fez mais chá. Ricardo foi à casa de banho, pôs-se à vontade e regressou à sala para comer mais alguma coisa na companhia da sua escrava, que desta vez lhe fez companhia, ajoelhada junto dele com as nádegas assentes sobre os calcanhares. Para ela foi só o tempo [...]

Read Full Post »

Come prima, più di prima t’amerò
Per la vita la mia vita ti darò
Sembra un sogno
Rivederti e accarezzarti
Le tue mani
Fra le mani stringere ancor.
Panzeri/Di Paola/Taccani
O bairro do Sacromonte é dos poucos lugares de Granada que não são dominados pela visão tutelar da Serra Nevada ou da Alhambra. A serra é escondida pela estreiteza [...]

Read Full Post »

Progress Report

Comecei a re-escrever «A Dança» desde o princípio. Não estava a gostar mesmo nada do caminho que o conto estava a levar. Agradeço as críticas positivas que tenho recebido e até acho que o conto tal como está pode funcionar no contexto de um blogue; mas ainda não tinha encontrado a ponta por onde tinha [...]

Read Full Post »

Histórias de Mariana

O conto «A Dança» que estou a escrever, e que estava pensado para encerrar as Histórias de Mariana, está a ficar longuíssimo. Depois de o terminar vou ter que cortar o mais possível às palavras cortando o menos possível no sentido. De qualquer modo, se chegar a publicar a série em livro, penso que em [...]

Read Full Post »

– Agora, meu Senhor, vou continuar a dançar para ti. Posso?

- Dança, minha escrava.
Mariana tirou o avental. De novo toda nua, ligou a aparelhagem; e dos altifalantes saiu um dos sons que Ricardo, tão pouco apreciador de folclore como Mariana, menos esperaria: uma modinha da Nazaré, ferrinhos, concertinas, cavaquinhos, pandeiretas, cântaros percutidos na boca [...]

Read Full Post »

E estava nesta galhofa quando a música, de repente, mudou. Vivaldi, As Quatro Estações. O Verão. Mariana pôs-se de pé num salto ágil e começou a caminhar em direcção a Ricardo em bicos de pés, em passinhos rápidos e a medo como se pisasse areia quente. Em vez do sorriso aberto e descarado de segundos [...]

Read Full Post »

A DANÇA (2)

À luz fraca das velas a penugem esparsa do baixo-ventre confundia-se com as sombras, mas ainda assim era possível descortinar, entre as coxas muito abertas, no sexo propositadamente exibido, um brilhozinho molhado que se assemelhava ao dos olhos e ao dos lábios. Mas este pequenino revérbero ocultou-se de novo quando Mariana, no fim do bolero, [...]

Read Full Post »

A DANÇA

Reloj detén tu camino
porque mi vida se apaga.
Ella es la estrella que alumbra mi ser,
yo sin su amor no soy nada.
Detén el tiempo en tus manos,
haz esta noche perpetua,
para que nunca se vaya de mí,
para que nunca amañezca.
Roberto Cantoral. El reloj
O bairro do Sacromonte é dos poucos lugares de Granada que não são dominados [...]

Read Full Post »

Eram oito da noite de sexta-feira e Mariana estava a pôr a mesa para Ricardo. Só para ele, porque hoje ia servi-lo sem participar na refeição como se fosse uma criada. Quanto a ela, já tinha comido: uma salada com cubos de queijo, pão torrado e um molho à base de iogurte magro.
Ricardo, calculava Mariana, [...]

Read Full Post »

Alguns dias depois, foi Doce-Amiga ao balneário do palácio. As outras escravas esmeraram-se em dar-lhe o melhor dos banhos. Lavaram-lhe as pernas, os braços, a cabeça; massajaram-na; usaram caramelo para a depilar; esfregaram-lhe almíscar puro nos cabelos; tingiram-lhe as unhas das mãos e dos pés; alongaram-lhe as pestanas e as sobrancelhas, sombreando-as; queimaram-lhe aos pés [...]

Read Full Post »