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Posts Tagged ‘nádegas’

E foi assim que Teresa deu a Raul a última abertura do seu corpo que lhe faltava utilizar. Bastou-lhe deitar-se nua sobre a cama, colocar uma bisnaga de lubrificante sobre a mesinha de cabeceira de modo a que ele reparasse, e pôr-se de bruços à espera.

– Queres dar-me o teu cuzinho? – perguntou Raul.

– Não te posso dar o que não é meu – respondeu Teresa. – O meu cu sempre foi teu, mesmo que nunca te tenhas querido servir dele. Mas, se não é ousadia uma escrava exprimir um desejo, gostava que te servisses dele hoje.

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Cap. 31: SEIS VERGASTADAS E MAIS UMA
Desde que Teresa se tinha habituado a dançar para Raul depois de jantar, mostrando-lhe os progressos que fazia nas aulas, estava-se a tornar mais frequente Raul jantar sozinho, servido por Teresa e Milena. Isto evitava que Teresa tivesse que mudar de roupa duas vezes, e por outro lado [...]

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Não se trata aqui dum excerto, mas de vários, tirados de capítulos diferentes do romance. Em todo o caso, espero que agradem aos meus leitores habituais.

Não custou tanto a Teresa percorrer descalça o caminho até ao carro como tinha custado à vinda. Tinha outra questão a preocupá-la: se o facto de ter posto um soutien [...]

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Como escrevi abaixo, não vou publicar aqui capítulo a capítulo o meu segundo livro, como publiquei conto a conto o primeiro. Isto não impede que ofereça aos leitores deste blogue, de vez em quando, um excerto. Este que se segue encontra-se perto do final do segundo capítulo. Espero que gostem.

– O que é que leu [...]

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Sítio do Picapau Amarelo

(Dedicado à autora do blog Boneca Insuflável)
A Emília andava num desconsolo: por mais que fizesse não conseguia atrair a atenção do Anjinho. por mais olhares que lhe lançasse, por mais vezes que lhe tocasse ao de leve, por mais que ao conversar com ele lhe roçasse no braço, acidentalmente é claro, com a maminha minúscula…
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Alguns dias depois, foi Doce-Amiga ao balneário do palácio. As outras escravas esmeraram-se em dar-lhe o melhor dos banhos. Lavaram-lhe as pernas, os braços, a cabeça; massajaram-na; usaram caramelo para a depilar; esfregaram-lhe almíscar puro nos cabelos; tingiram-lhe as unhas das mãos e dos pés; alongaram-lhe as pestanas e as sobrancelhas, sombreando-as; queimaram-lhe aos pés [...]

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Então, para ver se a menina era quem dizia, a velha re­solveu pôr-lhe uma ervilha seca debaixo do col­chão, porque, se fosse uma princesa, fa­cilmente a sentiria. E com efeito, na manhã seguinte, a menina queixou-se que alguma coisa a tinha magoado toda a noite. Mas o Rei ainda não acreditava, e as aias puseram [...]

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