Feeds:
Posts
Comentários

Posts Tagged ‘nua’

E foi assim que Teresa deu a Raul a última abertura do seu corpo que lhe faltava utilizar. Bastou-lhe deitar-se nua sobre a cama, colocar uma bisnaga de lubrificante sobre a mesinha de cabeceira de modo a que ele reparasse, e pôr-se de bruços à espera.

– Queres dar-me o teu cuzinho? – perguntou Raul.

– Não te posso dar o que não é meu – respondeu Teresa. – O meu cu sempre foi teu, mesmo que nunca te tenhas querido servir dele. Mas, se não é ousadia uma escrava exprimir um desejo, gostava que te servisses dele hoje.

Read Full Post »

Cap. 31: SEIS VERGASTADAS E MAIS UMA
Desde que Teresa se tinha habituado a dançar para Raul depois de jantar, mostrando-lhe os progressos que fazia nas aulas, estava-se a tornar mais frequente Raul jantar sozinho, servido por Teresa e Milena. Isto evitava que Teresa tivesse que mudar de roupa duas vezes, e por outro lado [...]

Read Full Post »

Cap. 29: LABIA MAJORA

Havia alguns minutos que Raul, debruçado sobre Teresa na cama, acariciava e beijava a sua escrava, que dava pequenos gemidos e retribuía brandamente as carícias dele. Pouco a pouco, as mãos e os lábios dele foram-se aproximando da vagina de Teresa, que começou lentamente a afastar as coxas para lhe facilitar o [...]

Read Full Post »

(Nos últimos tempos tenho descurado muito este meu blog. O último excerto que publiquei foi do capítulo 29, quando depois disso já escrevi mais quinze. Esse trabalho a tempo inteiro explica em parte a minha falta de assiduidade neste site. Como pedido de desculpas aos meus leitores habituais, apresento neste post três passos do romance: [...]

Read Full Post »

Final do Capítulo 29

O intervalo estava a chegar ao fim, a aula que ia dar a seguir era a última. Ligou para o telemóvel de Teresa:
− Onde estás?
− No shopping, a fazer umas compras.
− Falta-te muito?
− Não, já saí do supermercado e agora ando aqui a ver umas lojas.
− Então vai já para casa e [...]

Read Full Post »

( Do capítulo 18 )
Tinham acabado o exame, tinham decidido tudo o que tinham a decidir, e agora Teresa, deitada de costas na cama, brincava distraidamente com os seus próprios seios enquanto Raul, apoiado num cotovelo, a observava.
− Meu senhor… − disse ela por fim, apertando os seios um contra o outro.
− Sim? – disse [...]

Read Full Post »

Finalmente, mais um excerto do meu romance. Corresponde à segunda metade do capítulo 5.
O tempo tinha arrefecido e foi-lhes agradável regressar ao aconchego do apartamento. Teresa tirou as sandálias e o casaquinho e perguntou a Gustavo:
– Que música queres ouvir?
– Hmmm… – disse ele. – Tens Miles Davis?
– Tenho para aí alguma coisa – disse [...]

Read Full Post »

Como escrevi abaixo, não vou publicar aqui capítulo a capítulo o meu segundo livro, como publiquei conto a conto o primeiro. Isto não impede que ofereça aos leitores deste blogue, de vez em quando, um excerto. Este que se segue encontra-se perto do final do segundo capítulo. Espero que gostem.

– O que é que leu [...]

Read Full Post »

Autor: M’Ahmed ben Chérif Effendi
Tradução: Vanderdecken

Zima dirige-se de novo ao Príncipe e diz:
− Permite, Amo e Senhor, que vistamos as nossas roupas de modo a que esta virgem sofra ainda mais com a sua nudez.
A um aceno de concordância do Khan desaparecem os três para logo voltarem completamente vestidos. Zima traz um vestido de seda [...]

Read Full Post »

(Conforme prometi, continuo a publicar a minha tradução da novela de M’Ahmed ben Chérif Effendi.)
A festa terminou. A bela Zima toma de novo posse da atenção do seu Senhor, que durante um momento se tinha desviado para a encantadora Haischa. De novo procura a jovem excitar os sentidos do seu Senhor, reavivar os seus desejos [...]

Read Full Post »

Prémio de consolação

Hoje fartei-me de escrever e não correu mal, mas não se tratou de nada que sirva para publicar no blog. A jeito de compensação deixo-lhes esta imagem, de que espero que gostem:

Read Full Post »

As condições da tua Escravidão
Pediste-Me que estabelecesse expressamente e por escrito as condições da tua Escravidão. Eis o que decidi:
1. Em princípio a tua Escravidão já é perfeita e não há nada a alterar n’Ela. Mesmo ao direito de deixar de ser escrava, que era o único que tinhas, quiseste renunciar. Cabe-te agora Amar, [...]

Read Full Post »

Alice chegou virgem ao seu décimo sexto aniversário. Tinha sido este o seu trato com Ricardo e Mariana: acolitá-los nos seus amores e nos seus rituais, mas nunca os tocar sexualmente nem ser tocada por eles. O contacto físico não lhe era proibido quando resultasse duma necessidade prática, como pentear Mariana ou ajudá-la a vestir-se, [...]

Read Full Post »

A MERCADORA DE ESCRAVAS

CAPÍTULO 3
Durante este tempo Zima e as escravas núbias tinham preparado tudo para o banho do Príncipe, desde as finas esponjas que lhe haviam de acariciar as partes mais sensíveis, até às toalhas de seda para o secar e aos vaporizadores que lhe hão-de perfumar o corpo. Duas massagistas núbias estão a postos com luvas [...]

Read Full Post »

Capítulo 2

Depois desta descrição longa mas necessária chegamos finalmente à história da chegada e estadia do Príncipe Hassan-Khan. O Príncipe veio a casa de Manoubia para comprar uma esposa: a bela Djamila, pérola das pérolas, uma íntima amiga de infância da irmã dele, Kora. Djamila e Hassan já estavam apaixonados, já que a irmã lhe [...]

Read Full Post »

(ver vídeo aqui)
Tenho a certeza que vou ter leitoras que se vão identificar com este vídeo. A segunda parte é impressionante…
(Publicado no Blogger a 11/10/07)

Read Full Post »

Amarrada

De repente Dúnia sentiu que não aguentava mais.
- Pára! Pára, meu Senhor, pára!
E num pânico cego rolou sobre a cama, para o mais longe possível, fugindo ao chicote. Nem ela saberia explicar porquê: não era a primeira vez que sofria o chicote – ai, nem de longe – e já tinha tido castigos mais prolongados [...]

Read Full Post »

- Despe-me – disse ele.
Mariana sabia que para o despir tinha ela que estar nua primeiro. E como ele não lhe tinha ordenado que se despisse à frente dele, retirou-se para o quarto para o fazer sozinha.
Regressada à sala, toda nua, sentindo a pele um pouco arrepiada com o frio, encontrou Ricardo tal como o [...]

Read Full Post »

Preparativos

Hoje é dia de Ele vir.
Ontem depois do trabalho fui à esteticista e à cabeleireira. A mocinha queria cortar-me o cabelo mais curto. Pelos ombros, disse ela. O que é que estas mocinhas sabem de alguma coisa? O meu Senhor gosta dos meus cabelos compridos…
- Não – disse eu à mocinha. – É só [...]

Read Full Post »

– Agora, meu Senhor, vou continuar a dançar para ti. Posso?

- Dança, minha escrava.
Mariana tirou o avental. De novo toda nua, ligou a aparelhagem; e dos altifalantes saiu um dos sons que Ricardo, tão pouco apreciador de folclore como Mariana, menos esperaria: uma modinha da Nazaré, ferrinhos, concertinas, cavaquinhos, pandeiretas, cântaros percutidos na [...]

Read Full Post »

Estavas deitada no chão aos meus pés, toda nua, como já se ia tornando costume. Quando eu te disse «dá a barriga» ficaste um pouco admirada, talvez por eu nunca antes te ter feito esta exigência. Mas percebeste imediatamente do que se tratava: é o que eu digo sempre à tua gatinha quando chego a [...]

Read Full Post »

Fazer-te minha

Hei-de ordenar-te que Me esperes nua
E ao chegar hei-de olhar-te displicente
Com toda a segurança de quem sente
Que aquela que contempla é coisa sua.
E tu, que Me esperaste impaciente,
Atenta ao menor som vindo da rua,
E que lavaste com champô de lua
Os cabelos e a carne esplandecente,
Sentes, ao ver-Me livre e desprendido,
O coração tão fundamente ferido
Que maldizes [...]

Read Full Post »

Bayadère

Ainda tenho a tua écharpe transparente…
Costumavas pô-la à volta dos quadris quando dançavas para mim de seios nus, ou a cobrir os seios quando punhas aquela tua saia preta de seda; era uma saia rodada e comprida, com uma textura encarquilhada… Ainda a tens?
Às vezes dançavas nua, as mais das vezes semi-nua, mas sempre descalça, [...]

Read Full Post »

Me perdoe
Se o quadradismo de meus versos
Vai de encontro aos intelectos
Que não usam coração
Como expressão.
Vinícius de Moraes

A verdadeira história de Mariana e Miguel só começou vinte anos depois de Marta e ele se terem conhecido em Coimbra, onde frequentavam o mesmo curso na Universidade.
Nesse tempo tanto um como outro tinham outros amores. [...]

Read Full Post »

Bela no prazer

Estavas em cima de Mim. Eu tinha chegado cansado: acabara de trabalhar às oito, tinha conduzido 500 km para vir ter contigo, de noite, pelas auto-estradas de quatro países. Tinhas-Me recebido a meio da noite em tua casa, tinhas-Me dado de comer – mas Eu, quando estou cansado, tenho pouca fome – tinhas-Me assistido no [...]

Read Full Post »

Durante a pausa que se seguiu Mariana fez mais chá. Ricardo foi à casa de banho, pôs-se à vontade e regressou à sala para comer mais alguma coisa na companhia da sua escrava, que desta vez lhe fez companhia, ajoelhada junto dele com as nádegas assentes sobre os calcanhares. Para ela foi só o tempo [...]

Read Full Post »

Come prima, più di prima t’amerò
Per la vita la mia vita ti darò
Sembra un sogno
Rivederti e accarezzarti
Le tue mani
Fra le mani stringere ancor.
Panzeri/Di Paola/Taccani
O bairro do Sacromonte é dos poucos lugares de Granada que não são dominados pela visão tutelar da Serra Nevada ou da Alhambra. A serra é escondida pela estreiteza [...]

Read Full Post »

Felizmente a exposição tinha terminado. Mariana tinha levado para casa os quadros que tinham ficado por vender (poucos, felizmente), e o galerista tinha ficado de entregar os outros aos respectivos compradores. Para já, não estava com vontade de recomeçar a pintar. Brugges, no fim da Primavera, estava florida e verdejante. As trovoadas dos últimos dias [...]

Read Full Post »

Victor chegou pontualmente às oito e vinte. Quando dunya ouviu a chave dele na porta, correu do quarto, onde se encontrava, para a sala, que era onde ele lhe tinha ordenado que o esperasse. Sabia que o slap slap apressado dos seus pés nus, impossível de confundir com qualquer outro ruído de passos, podia ser [...]

Read Full Post »

Ó cores virtuais que jazeis subterrâneas [...].

Camilo Pessanha

[...] J’eusse aimé vivre auprès d’une jeune géante[...];
Parcourir à loisir ses magnifiques formes;
Ramper sur le versant de ses genoux énormes,
Et parfois en été, quand les soleils malsains,
Lasse, la font s’étendre à travers la campagne,
Dormir nonchalamment à l’ombre de ses seins,
Comme un hameau paisible [...]

Read Full Post »

Posts Mais Antigos »